O culto ao corpo sadio
Vítima de forte preconceito social, o fisiculturismo é um esporte que cresce cada dia entre os jovens. Seja menino ou menina, o culto ao corpo sadio é uma tendência que se alia à saúde e a prática de atividades físicas sem a "ajuda" de hormônios ou de anabolizantes, as chamadas "bombas". No entanto, a musculação não é fisiculturismo, apesar de uma coisa levar à outra.
Em entrevista ao programa Agito Geral da manhã de hoje (31), Tiago Muller (26), que há 12 pratica o esporte e que há 5 está lecionando em uma academia de Brusque, ajudou Dirlei Silva a esclarecer os pontos de preconceito que vitima essa atividade esportiva.
Tiago acredita que o fisiculturismo, que é uma variedade do halterofilismo, só não é um esporte olímpico por questão de preconceito. Segundo ele, o Brasil tem vários campeões mundiais da modalidade, onde as competições oficiais exigem exame antidoping em todos os atletas. "O uso de drogas é proibido", destaca Tiago.
A atividade de musculação é, de acordo com Tiago, acessível a todas as idades. O que muda é a intensidade de trabalho. Tanto para amadores quanto para profissionais, a carga horária de treinamento normalmente é a mesma: cerca de uma hora diária. A busca por resultados rápidos, sem a ajuda de profissional e nem acompanhamento médico, pode trazer prejuízo à saúde, ao invés de bem-estar ao praticante de musculação, alerta Tiago.


